Foto: Erick Lawrence

BRILHANTE FUTEBOL CLUBE

Por Melissa Silsame Essa série “brilhante” quase passa em branco por ter sido exibida em meio há tantas outras séries estrangeiras. Veiculada na TV Brasil, TV Cultura e no canal fechado Nickelodeon (sendo uma co-produção das três emissoras) Brilhante Futebol Clube é o nome de um time de futebol formado…

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VIDEOCLIPE NO RECÔNCAVO

UMA CARTOGRAFIA MUSICAL Por Cláudio Manoel Duarte (claudiomanoelufrb@gmail.com) A ideia é simples. O projeto Videoclipe no Recôncavo é uma das atividades de elaboração de conteúdos da disciplina de Produção do Curso de Cinema e Audiovisual da UFRB, em articulação interdisciplinar com Oficinas Orientadas de Audiovisual e, eventualmente, com Direção. A articulação dessas disciplinas…

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XINGU

Por Camila Mota 1943, os irmãos Villas Bôas partem para uma viagem em busca de novas descobertas, em busca dos índios que viviam no Mato Grosso e que o governo procurava cada vez mais fazer contato. A história do Parque Nacional do Xingu nos é contada de uma maneira clássica…

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SUBMARINO

Por Camila Mota Em Submarino, o diretor Thomas Vinterberg conta-nos uma história de abandono infantil: dois irmãos são obrigados a cuidar de um terceiro irmão, um bebê de não mais que 6 meses. O filme divide-se em três partes. A primeira mostra os meninos cuidando do irmãozinho e o amor…

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MELANCOLIA

Por Guilherme Sarmiento   Com Melancolia, Lars von Trier parece concluir sua pequena saga escatológica iniciada com Anticristo, que, na bíblia, segundo o apocalipse, é o anunciante do fim dos tempos. Difícil será recompor a série numa trilogia, pois, o que vem após o fim, senão a ressurreição da carne…

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CONGADA DE ILHABELA

TV USP LANÇA SÉRIE DOCUMENTAL   Por Camila Mota “Olá soldado, estamos na paz do senhor, sabe que hoje é chegado o dia, que havemos de dar principio à entrada naquele reino tão famoso, pois vencemos a batalha do famoso rei de congo” (trecho de música utilizada na Congada de…

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BOI ARUÁ

O ENCANTO POR PRIMEIRO   Por Ana Paula Nunes “Você não pega esse boi, esse boi você não pega”. O verso repetido em Boi Aruá traduz a dificuldade de se enredar essa animação, em poucas palavras, na armadilha da racionalização. Trata-se de um filme cuidadosamente trabalhado para priorizar o sensorial…

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DJALIOH

O DIA EM QUE FLAUBERT LEU GILBERTO FREYRE Por Guilherme Sarmiento Assistir a estréia de Djalioh em Salvador, no Oi Futuro, em pleno teatro Castro Alves, me causou calafrios. Estava ali, sentado numa poltrona confortável, mas sentindo constantes incômodos conforme o filme expunha nossa herança cientificista, desafiando a platéia a…

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O HOMEM QUE NÃO DORMIA

Por Guilherme Sarmiento A primeira vez que eu ouvi falar sobre o projeto O homem que não dormia, de Edgard Navarro, foi na residência de meu amigo André Sampaio, no Rio de Janeiro, há mais ou menos três anos atrás. Luiz Paulino dos Santos, quando baixava da Serra do Matutu,…

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CINEOP: CINEMA É PATRIMÔNIO

Por Cyntia Nogueira Para quem chega de Cachoeira em Ouro Preto, impossível não perder algumas horas e talvez até dias pensando nas aproximações e diferenças entre essas duas cidades históricas, de arquitetura colonial, ícones de momentos econômicos fortes do Brasil Colônia, como os ciclos do açúcar e do fumo, na…

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A CRUZ NA PRAÇA

O HOMOEROTISMO SEGUNDO GLAUBER Por Guilherme Sarmiento Dentro do conjunto de filmes que compõem o legado de Glauber Rocha, nenhum deles possui tanta força espectral quanto A cruz na praça. Mesmo sendo uma obra para sempre perdida da cinematografia brasileira, materializa sombras tão compactas e tão consistentes que por segundos…

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OLNEY SÃO PAULO

ESPLENDOR E MALDIÇÃO EM MANHÃ CINZENTA[1] Por Maria David Santos “Eu sou um jóvem que tem inclinação invulgar para o cinema. Porém, como neste mundo aquilo que mais desejamos nos foge sempre da mão, eu luto com incríveis dificuldades para alcançar o meu objetivo” (Carta de Olney São Paulo para…

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O ROTEIRO DE O ANJO NEGRO

Por Guilherme Sarmiento Há mais ou menos quarenta anos, o cineasta e crítico José Umberto, numa noite de insônia e febre, deitou no papel um conjunto de imagens delirantes, fruto de dois anos de reflexões agora transformadas em sintomas de uma virose repentina. Tinha 19 anos quando escreveu seu longa…

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O MÁGICO E O DELEGADO

Por Vonaldo Lopes   O realizador do filme O Mágico e o Delegado, (1983), Fernando Coni Campos (Conceição de Almeida, BA, 1933), poeta, artista plástico, e um homem, acima de tudo, de cinema, viveu sua infância e parte da adolescência em Castro Alves (cidade localizada nos extremos do recôncavo e…

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A GRANDE FEIRA

Por Arthur Dias “… A feira vai ser engolida pelos tubarões. A Grande Feira vai acabar!” Poeta Cuíca de Santo Amaro   A grande feira conta a história da hoje extinta feira de Água de Meninos e a luta dos feirantes que se organizam contra um futuro despejo. Conduzem a…

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BARRAVENTO

Por Cauê Rocha Meados dos anos 40 e 60, o Brasil encontrava-se em uma situação de tensão, presente no ambiente cultural. A diversidade de olhares e pensamentos políticos ideológicos a cerca da cultura popular, das religiões afro brasileiras, sobre a modernidade do pais, o papel do intelectual, os conceitos de…

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BAHIA, CINEMA E MEMÓRIA

Por Laura Bezerra O cinema chega à Bahia Quase simultaneamente são realizadas, em 1895, as primeiras projeções de filmes pelos Irmãos Skladanowsky na Alemanha e pelos Irmãos Lumière na França. O Cinematógrafo dos Lumière transforma-se em uma sensação e, já no ano seguinte, começa a rodar o mundo. Em dezembro…

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YES, OUI, BAHIA

Marcas identitárias nas telas estrangeiras de ficção Por Tunico Amâncio O Brasil filmado pelo cinema estrangeiro industrial de ficção segue um rigoroso ranking de atrações de interesse internacional, no tocante às metrópoles do país. Em primeiro lugar está o Rio de Janeiro, depois Brasília e Salvador, finalmente vem a Amazônia,…

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O ROSTO DO CINEMA BRASILEIRO

Por Carlos Diegues Mais que um parceiro de muitos filmes, Antonio Pitanga é um irmão que ocinema me deu. Como não podia deixar de ser, meu amor por ele começou nas telas quando, antes de conhecê-lo, o vi no hoje injustamente esquecido, mas sempre extraordinário, Bahia de Todos os Santos,…

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MATINÊS COM JORGE AMADO

Por Guilherme Sarmiento Jorjamado no cinema Não será sem alguma decepção que se concluirá a busca por Jorge Amado no cinema baiano.[1] Caso a procura seja na superfície dos títulos, somente atentando às adaptações cinematográficas mais óbvias, o pesquisador ficará um tanto intrigado com a ausência de filmes baseados nos…

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O VISÍVEL E O LEGÍVEL

ALBERTO CAVALCANTI E O IDEAL DAS VANGUARDAS HISTÓRICAS EUROPÉIAS   Por Fernanda Aguiar Carneiro Martins   Na época das vanguardas históricas européias, é interessante e bastante curioso observar o quanto o ver se encontra no centro das preocupações estéticas de artistas e cineastas. A paixão pelo “cinema” – do grego…

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EL GOCE TOTALITARIO – SALÒ DE PASOLINI

  Por Eduardo Subirats 1. La Bastille En su Directorium Inquisitorum, el tratado sobre interrogatorios y torturas inquisitoriales de 1503, Nicolau Eimeric formuló una regla de oro. Según este teólogo, la tortura no debe considerarse bajo ningún pretexto como un simple juego arbitrario del crimen institucionalmente amparado en el nombre…

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CIDADE BAIXA

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A COR Por Emerson Dias Diferente de muitas discussões e críticas sobre o filme Cidade Baixa, feitas tanto em páginas da internet como em festivais de cinema, esse artigo não se atém à análise do erotismo no cinema ou, tampouco, a refletir sobre a legitimidade moral das…

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THOR, O FILME, E O MARAVILHOSO CRISTÃO

Por Guilherme Sarmiento Atualmente, nenhuma franquia cinematográfica produz sucessos com tanta regularidade quanto a Marvel Studios. A marca, definitivamente, deixou de ser somente um selo de quadrinhos para se transformar em uma poderosa usina de mundos expandidos, com seus heróis coloridos ganhando movimento e se espremendo, não sem certas perdas…

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O BRASIL EM CURTA-METRAGEM

 UMA BREVE HISTÓRIA Por Simplício Neto    Este percurso do filme de curta-metragem no Brasil guarda um aspecto de paráfrase de três obras canônicas, fundamentais para o que Jean-Claude Bernardet chamou de historiografia clássica do cinema brasileiro em seu livro homônimo. Neste, o autor questiona, entre outros aspectos do seu…

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A GAROTA DA CAPA VERMELHA

Dir: Catherine Hardwicke 2011,Canadá Por: Camila Mota Idade Média ou Idade das Trevas. É assim que se descreve nos livros de história o período em que se situa o filme A garota da capa vermelha, uma época onde seres macabros e tenebrosos escondiam-se nas sombras e apareciam de tempos em…

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EM BUSCA DE AKPALÔ

Por Guilherme Sarmiento Existe uma frase dita por um autor, cujo nome me foge agora, que compara a morte de um ancião africano à queima de uma biblioteca. Pode-se aplicar uma variante a esta bonita imagem literária dizendo que um cineasta morto deixa para trás as cinzas de sonhos somente…

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PARTITURA DOS TRAÇOS

Carybé e o storyboard de Vadiação Por Guilherme Sarmiento   Quando o argentino Hector Júlio Paride Bernabó, mais conhecido como Carybé, chegou a Salvador, em 1938, não perdeu tempo. Nos seis meses em que passou na Bahia como desenhista contratado do jornal argentino Pregón, foi atrás de Lampião e Maria…

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UM DIA NA RAMPA-EM TEMPO

Pequenas anotações sobre um raro Luiz Paulino dos Santos Por André Sampaio Sou do tempo e estou no tempo Esse tempo me faz ver Lembranças de outro tempo Que me faz compreender Alfredo Gregório de Melo Um dia na rampa (1955) é filme do tempo da rampa do Mercado Modelo…

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MÁSCARA DA TRAIÇÃO E CINEMA POLICIAL

Por Rafael de Luna A década de 1950 foi um período de grandes mudanças no cinema brasileiro, com aumento no número de filmes produzidos, inovações nos modos de produção, elevação do nível técnico dos profissionais e dos equipamentos disponíveis e o investimento numa maior diversidade de gêneros. Acompanhando a recepção…

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ENTREVISTA: OSCAR SANTANA

Glauber Rocha, o Deus ou o Diabo do Cinema Baiano? Aos 73 anos, com cinqüenta anos de carreira no cinema, Oscar Santana esbanja otimismo e jovialidade. Para sobreviver durante tanto tempo produzindo e realizando filmes, este estado de espírito foi fundamental. Responsável, junto a Roberto Pires, pela produção do primeiro…

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O ANJO NEGRO

Por Larissa Brujin Protagonizado por Mário Gusmão, O anjo negro é um filme “carregado de folclore” (Jornal da Bahia, 1973), que nos incomoda, mas não num sentido ruim, agonizante, mas sim de um modo que nos faz refletir sobre o seu significado, principalmente, por se tratar de um tema racial.…

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